Saturday, July 30, 2005

On & On

Make me frown for one last time
Keep me down, now smile so dry.

And its on and on again;
And its on and on and on and on;
And on and on and on and on again.

Bring me near feeling gargoyled:
Shed in me tears, then hoists me off.

And its on and on again;
And its on and on and on and on;
And on and on and on and on again.

Concile now then say its late.
Let me say to you my broken precious:
I need to segregate

And its on and on again;
And its on and on and on and on;
And on and on and on and on again.

Still Sunlight Breaking

Shines on crimson faces
I know, I know.
Broken, arid voices:
They've seen all that's been.

Lay your hands
Upon my face.
Someday we'll be awake;
So taken by our destinies

Someone can trace
His own grace
With this space.
No one knows his disgrace
Since he hid:

But yet I follow on;
Carry on still phased.
Still sunlight breaking in,
Striking in my face.

Pesos de repente
De uma fortuna proferida
Petalas de cobre
Que pesam em que eu digo que vim trazer

São olhos de outro mundo
Nestes escombros eu te achei;
Pois eu que já me dediquei
Eu te amei do chão

Someone can trace
His own grace
With this space.
No one knows his disgrace
Since he hid:

But yet I follow on;
Carry on still phased.
Still sunlight breaking in,
Striking in my face.

On my face;
On my face.

Cogitum

Ha dias que eu ando procurando reservar uma certa parte do meu día para apenas caminhar; para assim pensar nos meus pensamentos - pensamentos meio incertos em relação ao futuro - que vem me preocupando enquanto que os dias passam. Meu corpo lateja, e eu quero encontrar uma parte do meu día, então, para descansar o que me vem por grande quantidade durante o día. Na escola eu sempre fui rotulado de nerds - o nerdão da classe que se isolava no canto para concentrar nos estudos - enquanto os outros haviam seus valores baseados no mundo pop que estava presente na comunidade. Talvez eu me soltei demais nesse ultimo ano que passou, preciso me aproximar mais da minha familia.

Monday, July 25, 2005

Assassinato de Walt. Parte I

Se posicionou na praca de trafalgar, acima da embaixada de Zambia, com seu GSE carregado por suas maos protegidas por suas luvas de couro. Ele esperou o momento chegar, segurando o papel com as instrucoes, tentando ler atenciosamente detalhe por detalhe: era um amador jovem com seu futuro pela frente. Um erro; um espectador com uma camera; uma pomba que lhe causaria uma deviacao fatal e a sua vida ja tomava fim com a surpresa da audiencia. Era como um coliseu romano, mirabolando circunspectamente, da esquerda a direita, entao encontrando Bosco em seu canto com sua arma na mao. Ele havia apenas um segundo para apontar e apertar o gatilho. Devia calcular a parabola da bala, saber acertar na testa do Premie, assim como dizia o papel. Uma bala na cabeca seguida por duas no peito, com um espaco de 1s entre cada impacto, sabendo aonde acertar quando o corpo for lancado para traz por efeito da primeira bala. Ele sentava tremendo e suando, tinha que acertar, nao podia errar. Qualquer erro minuto acabaria com a sua vida.

"Encare a vida Bosco!! Encare!" dizia o seu contratante no telefone um dia antes. "O Premie nao interviu no Genocidio da Africa, ele foi a causa primaria da morte de milhoes! Ele acabou com o tratado de Seguranca da America Latina e fez com que os nossos ancestrais passassem vergonha! Aperte o gatilho na hora certa e veja o assassino cair no chao!" Bosco ja nao queria mais ser responsavel pelo crime que iria cometer, mais havia tanta pressao de nacionalismo, tantas ordens que ele deveria obedecer, tanto medo que poderia ser utilisado como impeto para o ato que ele simplesmente nao podia voltar para tras. O Premie Walt Frostmann iria chegar em cerca de 32 minutos e a praca ja estava cheia de espectadores, carregando a bandeira azul e vermelha que denotava a liberdade ludibriada do pais. Tanto exceptionalismo, tantas lamentacoes. Bosco contemplava o seu dever, pensava na sua familia, no seu pais, era membro da Amnestia Internacional antes de se ingressar a brigada Brasileira do PSDB apos a falha por 2/3 de votos ao tentarem incluir o MST como partido politico no Senado. Bosco procurou se acalmar por um tempo, sentou no chao e aguardou a chegada do Premie Walt.

O que havia de especial naquela tarde? Nao havia vento. Haviam calculacoes concluidas pelo fisico Christopher Godoy sobre como o vento modificaria o rumo da bala, e como que a bala poderia ter mais impacto ao atingir o lider da superpotencia. O assassinato tinha como objetivo de mudar a ordem mundial, sem as consequencias do assassinato de Franz Ferdinand. Bosco nao queria ser outro Gavrilo Princip, ele nao queria ser a causa da despertacao de outras crueldades humanas, a sua unica acao era terminar com um mundo de terror e liberar o mundo de seus sofrimentos post-modernocoloniais. O PSDB esteve directamente envolvido recentimente com a ideia de um nacionalismo Brasileiro extremo, talvez a incepcao do assassinato de Walt tinha muito a ver com uma melhora na economia Brasileira que tanto sofria na epoca. Corrupcao sempre foi um efeito do Brasil, talvez porque Friedrich Hayek nunca foi levado a serio, ou entao as ideias de Rostow nao foram aplicadas genuinamente na economia Brasileira. "Ajude os pobres para ajudarem a si mesmos." algo talvez impossivel no Brasil, a saida era "Ajude a Elite para ajudar os Pobres". Impostos altos, juros que nao abaixam, medo e presenca de Riscos.

As fanfarras comecaram a tocar la fora e o carro de Walt ja vinha se aproximando. Bosco se aprumou direito, posicionou-se na janela do resuarante abandonado e esperou a chegada do Premie. Bosco procurava Walt com uma leve preocupacao admonitiva.

(a ser continuado...)

Friday, July 15, 2005

Deixei o cafe congruente a mesa
De tanto ofegar eu nunca tive ar.
Sento na cadeira roida, a proesa:
Por tantos humanos a requestar

Quem me dera ser tais objectos
Ser a pagina principal do jornal.
Ter meus dedos frageis e tintos
E de repente ser original, igual.

Querendo voar e tocar o intangivel.
Passar dos horizontes e pensar,
Contemplar a descida intransigivel,
Para lacrimejar ao meu desescalar.

Calcanhar que torce mais nao quebra
E a sorte da galinha popular imutavel.
Essa sim, mais desejada que a cobra
Que traiu. Na boca; a carne vulneravel.

O que faz um agente, o que o faz consequente?
Nao ha ciencia que responda a modernidade,
A fluidez!! A deglutibilidade humana frequente
Que desce desce e desce na conformidade.

Intellecto eh responsavel: o que nao somos.
Somos embrioes em garrafas enferrujadas?
Ou entao coracoes empregnados e sabemos
Da capacidade de vincularmos as amadas.

Voltemos a dormir, eh tao facil.
Voltemos a dormir, que futil

A desigualdade!! A pureza que nunca existiu,
O racismo, os loucos, os mediocres.

Que sutil

Pois eu vou [sic]... pois eu vou [sic]... pois eu vou:
Me contentar, me relaxar, me desprezar, me auto-imunar

Com tal condicao:

Que nunca mais desejas algum olhar do meu mecanismo
Que nunca, nunca, nunca, nunca me deixes partir
Do mundo modernista,
Da filosofia teologista,
Da politica ferida,
De um mundo idealista... que nunca passou.

Sou um escandalo para a minha condicao,
Sou esquecido pela minha propria nacao,
Sou contraditorio para a minha razao,
E sou direcionado: meramente pela religiao.

*Poema dedicado ao Zionismo dos Avodas

Friday, July 08, 2005

Sem Amor, Sem Valor [$0,00]

Fui jantar fora hoje para sair de casa, apenas sair de casa, para me afastar dos que me tratam mal. Cheguei no restaurante e eu acabei comendo algo pequeno e simples, depois tive a ideia clássica de ir passear pelas margens do rio. A lua estava cheia, e eu de baixo no escuro: quando percebi como eu estava cansado de viver. Cansado de viver sozinho, de ter que caminhar apenas com a minha sombra, de carecer um sorriso belo que seja lançado para mim, e somente para mim, de uma pessoa que eu ame. A solidão que não me reserva um sorriso é aquela que me causa insomnia. E é nela que encontro meus piores medos: pois sem amor estamos sozinhos, e sendo um eu fico mais vulnerável. Cansado de chorar pela lua, de tão bonita, de tão sólita que se espelha a quem eu sou. Cansado como um grão de pão na mesa, que deserdada do todo parece tão distinta. Cansado assim como os movimentos fluviais de um rio, que debaixo do manto da noite escura implora para ser retorquida.

A solidão que mata é aquela que ao percebermos, sabemos estar sós. E que sabemos como o amor é complicado, não poder amar, não poder beijar, não ter alguém com quem sorrir, não ter ninguém com quem contar, não ter ninguém para quem fugir, abraçar, cantar, não ter ninguém simples e humilde para que com quem uma convivência valha a pena. Temo ter perdido o meu coração: de me dedicar assiduamente para uma causa incógnita, perceber que não haverá princesa dormindo no final da minha história. Que eu sou um homem descartado, do qual ninguém percebe ao trotar do meu lado. Que eu sou o desamado, o desgramado, o desbotado: o titubeante errante do conto de fadas. Que eu jamais poderei amar, ou que não tenho charme, forma, esqueleto, olhos, ombros, cabelos, sotaque, mão bonita suficientes para ser signa de alguém que um dia eu poderia amar. Que não haja mais esperança para o caminho em que tomei, que não ha mais palavra Amor no meu Aurélio, que sem amor não ha lavor na alma, e sem a alma não haveria a dor da calma, que sem errar não é perder, e que perdendo eu fui errar, que os meus olhos foram abrir, que ao abrir meus olhos eram meus: do momento em ver alguém, de um amor tão intenso que ao desperceber. Vejo alguém a quem eu possa amar mais por ser feio, por não ser bonito, por não andar correcto, por não falar certo, por não ter charme, por carecer um jogo, por ser desfigurado, um erro, acalmado!! Eu decido que não ha chance de amar, que sem as sementes do amor não ha como cultivar a arvore da felicidade. Caio frívolo pelo chão e desmorrono-me; eu nunca mais deverei amar.

Monday, July 04, 2005

Tributo ao Meu Coração

Eu me lembro de um inverno bastante frio: mais frio que meu coração se sentia por ter deixado a única vida jovial que eu já havia sentido. Eu me lembro de um quarto escuro, sem demais adornações, com uma tela bastante clara; um computador. O meu portal para o mundo que eu sentia tanta falta. Eu não havia sorte na minha vida atual, vivía sonhando com a outra que eu tinha, que apenas podia viver ao menos uma vez por ano.

Me recordo primeiro de ti: longas caminhadas pelo lago. Conversando sobre idéias que mais ninguém teria. As idéias de investir numa praia artificial para a cidade que eu tanto amava: Araras. Era uma praia artificial assim como Nice para a França. Com ondas ilusórias e centros comerciais nas orlas dessa praia. Planejamos investir nessa praia com a companhia que vinha sido criado: Eich & Neych Corporations. Que embora iniciou já estava no indice financeiro da bolsa de valores boxJot, na Avenida Dona Renata. Sonho com passeios pelas praças. com todas as dores que pude colocar de lado quando estive com você. Dos segredos que te contei seguro de não sair d'entre agente. Da consideração que eu tinha para te chamar de meu irmão. Eu me lembro do Evergreen, a minha primeira ONG, e como eramos idealistas, jovens no coração, ancestres das nossas próprias mentes em relação as ideologías que vinhamos criando. Para ti, Neych, digo que junto poderíamos realmente transformar o mundo um dia.

Me recordo de alguém que reside no meu coração: nada complicado, um primo. Que desde infância foi sempre meu melhor amigo. Sonhando contigo desde quando eu havía 8 anos de idade, sonhando que viestes me visitar em terras distantes, que você esteve lá para me alegrar como o fazia quando eu sempre precisei de você. Um simples sorriso seu fez com que eu esquecesse minhas magoas. Você não só me salvou das ruínas da minha ex-namorada, mais me salvou inúmeras vezes. A sua mera existência fez com que eu havia uma motivação para sempre continuar com a vida. De brincadeiras na areia da casa do meu avô, até brincando no foguette do parque do lago, até esconde-esconde no prédio, até a criação de Los Tres T4r4d0s Unidos (com o Neych), sempre me aquece o coração de te ver. Você é um modelo para mim, que com a sua ambição você vai conseguir o que quer, e é exatamente nesse caminho que eu quero seguir. Ter essa determinação e o bom coração que tens. Thadis, as vezes palavras me faltam para descrever você.

Lembro me de outro familar na minha vida. Vem-me uma imagem de um garoto extrovertido, que me ensinava como beijar uma menina [embora não fisicamente, apenas com palavras]. Tentativas de fazermos filmes, que em cada cena saía do seu personagem atual para dançar a dança da Florentina dos Diabos. Sempre feliz, sempre com uma boa alma, menino inteligente com um potêncial que ira cultivar nesses anos que virão. Uma preocupação tamanha pelo mundo e um coração cheio de fogo. Chrichris, sempre um prazer te acompanhar na vida. O que mais posso dizer?! Es Aries, e Aries com Aquarianos geralmente se dão bem, dizem que nos encaixamos e assim foi a prova de viver algum tempo contigo. Sempre havera tempo para conversas intriguantes e caminhos recônditos.

São inumeras as pessoas que fazem parte da minha vida "real". Podería mencionar mais nomes: de pessoas como Nats, Guto, Thalis e outros que também contribuiram para a magía da cidade tão remota que chamo de Araras. Eu me lembro da tristeza de partir do Brasil. De lágrimas salgadas e reluctância de partir, deixar para trás o meu coração, pois cada um de vocês tomam parte nele.. e a saudade que eu sinto atualmente é enorme. O que é de mim então? Sou um aventureiro, me joguei nessa tarefa [e acreditem em mim, que eu estou gostando... mais a saudade vence]. Eu não quero contriar minhas próprias ações: o que passou já se foi.. mais o amor nunca termina. Ele me da motivação. Agradeço a todos por existirem. Podem não perceber a importância de vos para mim. Mais viver num quarto escuro com apenas uma luz, um portal, não é facil. Se viverdes sózinhos saibam de vossa importância para mim, que ao menos vocês conseguem dar motivação para um individuo neste mundo. E por isso exclamo nesse texto o que vocês significam para mim.

Longe é viver da família. Não halugar para racionalizações quando a distância e seu rancor domina as palpebras do tempo e o espaço que entre nos existe. Porvém da minha parte a vontade de querer me fortalecer um pouco. Mais o legislativo se rompeu, e toma conta de mim então o judiciário pernicioso. Eu amo quem eu tenho no meu coração.

∞¡§†hmµs∞

Friday, July 01, 2005

Boa Tarde: Moto!

Ha um leve espaço no muro pelo qual vejo a luz do céu. Não imagino aonde estou pois uma dor na cabeça não permite-me de ver o que me circunda. Ha somente eu e um jornal, desbotido e rasgado no chão. O levanto para ler o texto da página principal:

A Marcha Longa da China em 1934 foi um Fracasso: Um míto.

O mundo dependa da história, e sem ela porque ficamos paralisados? Ouvi nesse instante gritos lá fora, e logo lembrei aonde eu estava: em Gaza no dia primeiro de Julho de 2005. Havía uma evacuação, eu tinha que sair dali.
Mais uma mobilidade.. mais uma derrota. Para embarcar numa Marcha Longa hoje, é necessário ter bastante coragem e determinação.